Palestra destaca os “16 dias de Ativismo pelo fim da Violência Contra a Mulher”

  • Redação:
    Roney Minella
  • Publicação:
    19 de novembro de 2021
  • Orgãos Municipais:

A  Coordenadoria de Políticas Públicas Para As Mulheres, dirigida pela psicóloga Leila Neme Silva Matos, e o Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM) realizaram, na última quarta-feira (17-11), uma palestra com o tema: “16 Dias de Ativismos pelo fim da Violência Contra a Mulher”. A campanha contou com a participação da Gerência de Assistência Social.

 

Durante o evento realizado no recinto da Casa da Amizade, a Coordenadora do Centro de Referência de Atendimento á Mulher, psicóloga Daniela Reynaldes de Souza Alves, destacou a importância das ações levando a temática e, sobretudo, reiterando as políticas públicas e as ações do Município, colocadas à disposição para garantir os direitos das mulheres, sobretudo, visando resguardar contra qualquer tipo de violência.

 

Além das psicólogas Leila Matos e Daniela Reynaldes se fizeram presentes ilustres mulheres que participam das entidades representativas, a Gerente de Núcleo da Proteção Especial Silvana Maldonado, a Assistente Social do CRAM Cristina Cândida da Silva, que contaram com o incondicional apoio da gerente de Assistência Social, Lucinéia Pulquério Garcia Franciscatti para mais esta ação.

 

“A campanha de orientação, conscientização e alerta em relação ao relacionamento abusivo e os tipos de violência continua.  Esta é uma mobilização mundial que ocorre em mais de 160 países, sendo realizada no Brasil desde 2003. Em Mato Grosso do Sul, a Lei nº 4.784/2015, sancionada pelo Governador Reinaldo Azambuja (PSDB) em 16 de dezembro de 2015, instituiu o dia 25 de novembro como o Dia Estadual de Mobilização pelo Fim da Violência contra a Mulher”, destacou Leila Matos em entrevista à imprensa.

 

“O objetivo de todo este trabalho é conscientizar a população sobre a necessidade de, juntos, erradicarmos a violência contra a mulher. Por isso, falamos dos mecanismos legais para coibir a violência de gênero. Ao mesmo tempo, a campanha permite avaliarmos os avanços nas políticas públicas, as ações de enfrentamento à violência e divulgarmos a Lei Maria da Penha”, explica Daniela Reynaldes.

 

(Roney Minella – Jornalista DRT/MS 1432)